Dos acordes de uma guitarra imaginária, os pensamentos de um guitarrista sem dedos para a tocar

domingo

Bombas atómicas



Há coisas que deviam ser fáceis, porque seria lógico sê-lo. Teria lógica. Pronto. Mas nem todo o que é bom é fácil. Nem tudo o que é bom é simples. E há dias em que nem fácil nem simples. Difícil e complexo...

Assim ouço música. E caio nas mesmas sonoridades de sempre. E esta música aparece:





O problema desta música? Aparece recorrentemente na minha vida. Mas nunca tenho boas recordações desses momentos. É sempre algo mau que me está a acontecer. Hà sempre qualquer coisa que se intromete entre mim e esta música. E eu não consigo entender se é o profundo efeito devastador que ela tem em mim que me faz agir, mudar, olhar de maneira diferente. Ou se é um momento a aproximar-se, e eu vou buscá-la, como uma memória muscular musical... Sei lá. Não sei.

Só sei que me apetece ouvi-la, apesar de aparentemente não se passar nada de especial comigo neste momento.

Atoms for Peace do Tom Yorke, sim. Ok. E porque aquela música dos Lamb? Porque foi a última música que eu ouvi antes de começara a colocar o Atoms for Peace em repetição. O Lullaby é de facto um musicão, numa altura em que os Lamb me davam gosto ouvir. Espero um dia voltar a gostar das coisas deles.

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